Massagem para bebês

Este convite vale para todas interessadas na oficina de técnicas de massagem para bebês que vai acontecer em Niterói, no Centro Médico da Boa Viagem.

 

Massagem para bebês

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Encontro Marcado

Nesse fim de semana, 11/08 e 12/08, a RodaMaterna estará no Campo de São Bento em Niterói/RJ para que você possa conhecer um pouco mais de perto este trabalho. Para quem puder e quiser está feito o convite! Venha conferir! Espero sua visita por lá!

O diferencial da Orgonomia no trabalho com gestantes

Devo dizer que, pelo que percebo em meu dia a dia, alguns trabalhos direcionados às gestantes são quase sempre orientados por uma divisão entre explicações estéreis dos fatos, ginástica corporal, uma fala rápida sobre os aspectos emocionais que podem ser vivenciados neste período, etc. Uma hora se explica os acontecimentos, outra hora se trabalha o corpo e outra hora ainda se fala das emoções. A partir desta constatação, venho pontuar o diferencial da abordagem orgonômica em contraponto a estas outras abordagens existentes. Este diferencial se constitui no caráter global da abordagem, onde o corpo, as experiências, as emoções, a fala (…) são considerados como expressões de um só fenômeno, o ser.

 Aquela forma de trabalhar compartimentalizada desvela um pensamento de base positivista ou mecanicista da ciência que pressupõe uma separação entre mente e corpo, ou a divisão do homem que proporcionou o que hoje vemos como a extrema especialização profissional. Este pensamento sustenta uma antiga visão do ser humano, como uma máquina. Esta máquina ao apresentar problemas ou um mau funcionamento deveria ser tratada ou consertada por partes, numa atitude reducionista. Esta mesma atitude nos remete ainda (e não devemos nunca esquecer) os interesses das indústrias farmacêuticas em reforçar e manter este paradigma que norteia o pensamento Ocidental relacionado ao conceito de doença.

Ora, tal atuação deve no mínimo ser vista com estranhamento, com a possibilidade de reconhecermos as limitações dessas abordagens no mundo atual. Digo mundo atual, pois hoje muito se tem discutido sobre o que é a Ciência, o status que ela possui na sociedade e que linhas de pensamento a orientam, contextualizando politicamente, historicamente a sua prática.

A Ciência que preconiza a objetividade e a neutralidade em seu método, cujo objeto contraditoriamente é o ser humano, está cada vez mais perdendo seu reinado. É o que podemos ver nas produções de Edgar Morin, sobre o Pensamento Complexo ou nos escritos de Bertalanffy na Teoria dos Sistemas, Fritjof Capra sobre a mudança de paradigmas, etc. (para dar exemplos sem pretender esgotar a enorme lista de autores que contribuíram para essa discussão).

A Teoria Reichiana ou Orgonomia, em consonância com o novo paradigma científico, é um campo de conhecimento holístico, que considera o caráter biológico, psicológico, social e energético do homem e ao tratar o período da gestação ao puerpério se utiliza deste olhar. Portanto, o trabalho da Orgonomia com gestantes oferece uma visão global e sensível sobre um ser complexo que deve ser considerado como tal.

Este trabalho não é um mero exercício corporal nem tão pouco uma psicoterapia profunda, mas um trabalho que visa o bem estar da mulher gestante (e conseqüentemente de seu bebê) e a busca da saúde global partindo do princípio no qual mente e corpo são uma unidade funcional.

Sobre a educação das crianças – Gaiarsa

A saúde dos bebês

 

Auxiliar a saúde dos bebês = a verdadeira esperança para o futuro.

A mensagem desta frase foi enviada pelo American College of Orgonomy em uma carta que tive em mãos, esta semana.

Acredito que qualquer profissional da saúde, implicado em seus estudos e contribuição a sociedade, entenda o que isto quer dizer.

Não podemos mais continuar ignorando o fato de que a vida no útero é fundamental para o resto da vida do ser humano, como também o momento em que ele chega ao mundo, e ainda suas primeiras impressões, sua relação com este mundo.

Obviamente contamos com a inteligência, com a vontade, etc., com a capacidade do indivíduo em recriar sua vida, resolver seus conflitos. Contudo, a contribuição que é possível dar a este início de vida sabendo de sua importância e repercussão é fantástica e não deve ser menosprezada ou negada ao bebê pelo simples fato de estarmos todos vivos e termos sobrevivido até então ignorando este conhecimento.

Se reconhecermos em nossa sociedade a frieza, a indiferença, a falta de empatia e amor, reconheceremos a forma como tratamos nossos bebês, nossas crianças e seremos então capazes de imaginar que estas características se perpetuarão até que olhemos de fato para o início da vida de todo ser humano e reconheçamos o bebê como um ser vivo, consciente e pulsante com uma demanda única: AMOR.