O Renascimento do parto – Trailer

 

Depois de tantas discussões e argumentações…um filme sobre o Renascimento do Parto…das mulheres…dos profissionais… e de todos que se sensibilizarem!

A Roda no Campo

Foi muito bacana estar no Campo de São Bento, conhecer e conversar com pessoas interessadas no trabalho oferecido pela Roda Materna, pessoas que conhecem o assunto e que querem conhecer. A Roda Materna foi recebida por lá com muito carinho e entusiasmo, sou muito grata a todos por isso.

Nos próximos finais de semana estaremos novamente pela manhã no Campo. Até lá!

Encontro Marcado

Nesse fim de semana, 11/08 e 12/08, a RodaMaterna estará no Campo de São Bento em Niterói/RJ para que você possa conhecer um pouco mais de perto este trabalho. Para quem puder e quiser está feito o convite! Venha conferir! Espero sua visita por lá!

Papo de Mãe – Intercorrências na gestação (vídeos 1, 2 e 3)

Confira os vídeos do programa em que participei. Apesar dos cortes da edição, deu pra passar o recado ;)

Orgonomy UK – CORE

Compartilho aqui a página sobre gestação e parto do site do meu querido mestre Peter Jones, orgonomista e parteiro.

Acesse aqui o site: CORE

Rede Cegonha

Rede Cegonha prevê investimento de R$ 9,4 bi até 2014

 Isso é o que esperamos sinceramente, que o programa seja concretizado e que não haja desvio de verbas. Será que é possível???

” O programa Rede Cegonha, lançado em 28/03/2011 pela presidenta Dilma Rousseff, em Belo Horizonte, prevê investimentos de R$ 9,4 bilhões do orçamento do Ministério da Saúde até 2014. Os recursos, de acordo com o ministério, serão aplicados na construção de uma rede de cuidados para a mulher e para as crianças de até dois anos.

O programa é uma promessa de campanha da presidenta e tem foco na gestão de saúde, mais que a criação de novas unidades. Os investimentos, de acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, vão atingir toda a rede que começa pela unidade básica de saúde, passa pelos exames do pré-natal, pelo transporte seguro, até o parto nos leitos maternos do Sistema Único de Saúde (SUS).

Para criar a rede, o governo informou que investirá recursos na criação de novas estruturas de assistência e acompanhamento das mulheres e reforço na rede hospitalar convencional. Outras novas estruturas previstas no programa são as Casas da Gestante e do Bebê e os Centros de Parto Normal, que deverão funcionar em conjunto com a maternidade. O objetivo, de acordo com o governo, é “humanizar o nascimento”.

Uma das medidas do programa será a de oferecer nos postos de saúde testes rápidos de gravidez. Confirmado o resultado positivo, a gestantes deverá se submeter a, no mínimo, seis consultas durante o pré-natal, além de exames clínicos e laboratoriais. Entre os exames a serem exigidos pelo Ministério da Saúde estão o de HIV e sífilis.

De acordo com o Ministério da Saúde, a Rede Cegonha também prevê a qualificação de profissionais de saúde para dar assistência adequada às gestantes e aos bebês. O governo também quer, com o programa, fortalecer a rede hospitalar obstétrica de alto risco

A meta, de acordo com o Ministério da Saúde, é implantar a Rede Cegonha em todo o Brasil, no entanto, o governo quer iniciar o atendimento pelo Nordeste, Amazônia Legal e nove regiões metropolitanas onde há a maior concentração de gestantes. As primeiras cidades a receberem o programa serão: Manaus, Recife, Distrito Federal, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Campinas, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo.

De acordo com o governo, a Rede Cegonha terá atuação integrada com as demais iniciativas para a saúde da mulher no SUS, com foco nas cerca de 61 milhões de brasileiras em idade fértil.”

fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-03-27/rede-cegonha-preve-investimento-de-r-94-bi-ate-2014

O diferencial da Orgonomia no trabalho com gestantes

Devo dizer que, pelo que percebo em meu dia a dia, alguns trabalhos direcionados às gestantes são quase sempre orientados por uma divisão entre explicações estéreis dos fatos, ginástica corporal, uma fala rápida sobre os aspectos emocionais que podem ser vivenciados neste período, etc. Uma hora se explica os acontecimentos, outra hora se trabalha o corpo e outra hora ainda se fala das emoções. A partir desta constatação, venho pontuar o diferencial da abordagem orgonômica em contraponto a estas outras abordagens existentes. Este diferencial se constitui no caráter global da abordagem, onde o corpo, as experiências, as emoções, a fala (…) são considerados como expressões de um só fenômeno, o ser.

 Aquela forma de trabalhar compartimentalizada desvela um pensamento de base positivista ou mecanicista da ciência que pressupõe uma separação entre mente e corpo, ou a divisão do homem que proporcionou o que hoje vemos como a extrema especialização profissional. Este pensamento sustenta uma antiga visão do ser humano, como uma máquina. Esta máquina ao apresentar problemas ou um mau funcionamento deveria ser tratada ou consertada por partes, numa atitude reducionista. Esta mesma atitude nos remete ainda (e não devemos nunca esquecer) os interesses das indústrias farmacêuticas em reforçar e manter este paradigma que norteia o pensamento Ocidental relacionado ao conceito de doença.

Ora, tal atuação deve no mínimo ser vista com estranhamento, com a possibilidade de reconhecermos as limitações dessas abordagens no mundo atual. Digo mundo atual, pois hoje muito se tem discutido sobre o que é a Ciência, o status que ela possui na sociedade e que linhas de pensamento a orientam, contextualizando politicamente, historicamente a sua prática.

A Ciência que preconiza a objetividade e a neutralidade em seu método, cujo objeto contraditoriamente é o ser humano, está cada vez mais perdendo seu reinado. É o que podemos ver nas produções de Edgar Morin, sobre o Pensamento Complexo ou nos escritos de Bertalanffy na Teoria dos Sistemas, Fritjof Capra sobre a mudança de paradigmas, etc. (para dar exemplos sem pretender esgotar a enorme lista de autores que contribuíram para essa discussão).

A Teoria Reichiana ou Orgonomia, em consonância com o novo paradigma científico, é um campo de conhecimento holístico, que considera o caráter biológico, psicológico, social e energético do homem e ao tratar o período da gestação ao puerpério se utiliza deste olhar. Portanto, o trabalho da Orgonomia com gestantes oferece uma visão global e sensível sobre um ser complexo que deve ser considerado como tal.

Este trabalho não é um mero exercício corporal nem tão pouco uma psicoterapia profunda, mas um trabalho que visa o bem estar da mulher gestante (e conseqüentemente de seu bebê) e a busca da saúde global partindo do princípio no qual mente e corpo são uma unidade funcional.

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